domingo, 6 de maio de 2012

Deposite um milhão e ganhe um Mercedes



O C1 Bank da Flórida (EUA) inovou no método para atrair clientes. Quem depositar a módica quantia de um milhão de dólares receberá como “presente” um carro da Mercedes.
Os depositantes poderão escolher entre alguns modelos: SLK350 Roadster, E350 Sedan, ML350 e E350 Cabriolet, com impostos e documentos já pagos.
Mas nem tudo são flores nessa ação. Os clientes terão que manter vínculo com o banco por cinco anos e, após esse período, só poderão retirar a exata quantia que foi depositada.
Na prática, o Mercedes recebido será o próprio lucro do rendimento no período. Será que é um bom negócio?

Obrigado por tudo, Senna


No dia 1º de maio de 2012, homenagens ao piloto brasileiro Ayrton Senna, que morreu há 18 anos dominam o mundo, com exposições, vídeos, lembranças…
Mas a preparadora alemã Cam Shaft foi além. Eles modificaram um Lotus Esprit V8 com um novo pacote de performance e uma pintura para homenagear o carro usado pelo ex-tricampeão de F-1 em sua primeira vitória na categoria: o 1985 Lotus 97T John Player Special.
O esportivo britânico recebeu um motor 3.5 V8 biturbo em alumínio com 485 cv de potência, além de novos sistema de escape, turbos, intercooler, transmissão manual de seis velocidades, frios e pneus. Segundo a preparadora, o Esprit modificado acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e alcança 305 km/h.
E a pintura, além de contar com as cores preta e dourada, ainda vem com uma reprodução da assinatura de Senna no paralama dianteiro e a frase “Obrigado por tudo”.

RENAULT DUSTER X FORD ECOSPORT

Renault Duster x Ford EcoSportCom oito anos de vida e prestes a mudar, o Eco não está mais sozinho: acaba de ganhar um rival paranaense. Ambos têm versões 4x4 para reforçar o espírito offroad e não desprezam clientes que preferem a comodidade da transmissão automática. No entanto, apesar do arsenal disponível nas linhas, sabe-se que a briga vai ser mesmo no mano a mano. Por isso deixamos de lado a tração nas quatro rodas para medir forças no piso favorito do cliente: o asfalto. No máximo, um pouco de terra batida.

O veterano EcoSport Freestyle 1.6 é a configuração preferida dos consumidores, que responde por mais de 65% do mix de vendas. A Renault se preparou para seguir essa trilha. Espera que metade dos Duster seja equipada com motor de 1,6 litro e tração só nas rodas da frente. Por isso, reservou três versões com essa configuração (1.6 16V, Expression e Dynamique).

Em relação ao Duster 4WD, as versões 4x2 se distinguem visualmente pelos para-choques pintados integralmente da cor do veículo e pelas rodas de liga com acabamento prateado. Para encontrar outras diferenças, é necessário olhar sob a saia. A suspensão traseira do 4x2 tem eixo de torção semiindependente. É mais simples que a construção multibraços, mas não deixa a desejar e revela um ajuste preciso. Firme, sem ser desconfortável, impede rolagem excessiva nas curvas - comportamento comum em utilitários esportivos.

Além do espírito que os une, Duster e Eco impõem aos ocupantes o mesmo estilo de trilha sonora, patrocinada pelos pneus de uso misto com rodas aro 16. Eles também se equiparam no conforto interno, já que o nível de equipamentos é parecido. O Eco sai na frente no design do painel, cujas linhas foram inspiradas nos Land Rover, mas o Duster dá o troco no espaço. A área para os ocupantes no Ford é limitada, com 135 cm de largura na linha dos bancos dianteiros, contra 141 cm do rival romeno-brasileiro. No porta-malas, o jipinho de Camaçari perde feio. São 296 contra 475 litros.

A trena mostra que o Renault tem 4,31 metros de comprimento e 1,82 metro de largura. São 10 cm a mais que o EcoSport. Não é muito, mas a aparência robusta do novato sugere medidas maiores. Mero truque de estilo, aplicado nos para-lamas e para-choques. Tanto é que lado a lado os rivais têm o mesmo porte. Além disso, a tampa traseira do Duster é aberta para cima, já que ele não carrega o estepe nas costas. Seu pneu sobressalente fica instalado por baixo do porta-malas. A solução é mais prática, mas não necessariamente mais segura, já que o pneumático continua do lado de fora.

Tanto o EcoSport Freestyle quanto o Duster Dynamique tratam bem seus ocupantes. Equivalem- se em mimos de conveniência, como luzes dentro do porta-luvas, computador de bordo, porta- objetos no console e retrovisores elétricos. Os dois pecam ao não vir com porta-garrafas nas portas, mas compensam o cliente com outros acessórios. O Renault traz um porta-objetos no teto, enquanto o Eco oferece um estepe de liga leve e acabamento superior.

No meio do toma lá dá cá, a ficha de desempenho e a lista de equipamentos do Duster mostram que o jipinho tem qualidades, mas ele supera por pouco o EcoSport. Sem atualizações desde o início de 2010, o Ford começa a acumular pó na lataria, mas uma nova geração está no forno e chega no fim de 2012. A luta promete ser boa. E olhe que estamos apenas no primeiro round.



DUSTER 1.6
R$ 59 000 - Valor estimado da versão Dynamique 1.6 16V, com câmbio manual de 5 velocidades.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
A direção é precisa, mas lenta, o que reduz a agilidade em manobras. O EcoSport sofre do mesmo mal.
★★★

MOTOR E CÂMBIO
A mecânica mostra-se confiável e adequada ao carro. Emprestado do Sandero, o motor 1.6 deverá ser o mais vendido. Câmbio tem engates precisos.
★★★★

CARROCERIA

O design divide opiniões, mas sem dúvida chama atenção. No entanto, não ofusca o EcoSport.
★★★★

VIDA A BORDO

Nível de conforto equivale ao do rival, mas leva vantagem em espaço, mesmas qualidades da família Logan. Tem excesso de texturas nos plásticos.
★★★★

SEGURANÇA

A pontuação neste quesito é maior que a do Eco, pois os freios ABS e airbags duplos são itens de série.
★★★★

SEU BOLSO
O preço não estava definido até o fechamento desta edição. Renault promete preço menor que o do Eco e custos fechados de revisão.
★★★★


ECOSPORT

R$ 60 730 - Preço da versão Freestyle, intermediária, que tem mais de 65% do mix de vendas.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Suspensão é firme e funciona melhor no asfalto que na terra, mas não sofre com buracos.
★★★

MOTOR E CÂMBIO
Com câmbio de relações longas, leva vantagem em consumo rodoviário, mas perde para o Duster nas retomadas.
★★★

CARROCERIA
A última grande mudança ocorreu em 2007, mas ainda assim as linhas agradam. Neste quesito, não perde para o Duster.
★★★★

VIDA A BORDO
Agrada aos ocupantes pelo estilo, pois seus mimos são os mesmos do rival. Texturas e plásticos têm qualidade superior.
★★★★

SEGURANÇA

Pelo que custa, deveria ter freios ABS de série, assim como o rival.
★★★

SEU BOLSO
Tem preços fixos de revisão e a rede está acostumada com sua manutenção. Com oito anos de vida, tem liquidez e ótima aceitação no mercado.
★★★


VEREDICTO

As versões 1.6 4x2 deste comparativo são as preferidas do compradores de aventureiros. A altura elevada e os pneus de uso misto dão alguma vantagem no trânsito e em pisos ruins, algo comum em centros urbanos. O Duster vence por pouco o Eco 2012, mas será que tem armas para enfrentar a próxima geração do jipinho?

Novo Impreza WRX pode ter turbo eletrônico, diz revista


Novo Impreza WRX pode ter turbo eletrônico, diz revista
Tecnologia entregaria mais potência consumindo menos

A próxima geração do Subaru Impreza WRX pode usar uma tecnologia pouco comum nos automóveis esportivos: um turbocompressor eletrônico.
Segundo informações da revista Drive, o sistema entregaria mais potência e seria mais eficiente que um turbocompressor comum. A turbina eletrônica também poderia reduzir significativamente a quantidade de componentes usados no motor do WRX.
“Nós acreditamos que o futuro WRX será completamente diferente do Impreza atual”, afirmou o porta-voz da Subaru Austrália, David Rowley. “Ele (WRX) também terá uma série de melhorias tecnológicas que devem elevar o Impreza a um outro nível de maturidade de produto”, completou Rowley.
O site World Car Fans afirma que o novo WRX teria um motor 2.0 com turbocompressor e aproximadamente 270 cv. No caso da versão mais apimentada WRX STI, o conjunto mecânico teria sua potência elevada para mais de 300 cv.

Mazda inicia processo de reestruturação nos EUA


Mazda inicia processo de reestruturação nos EUA
Cem funcionários aderiram ao programa de demissões

A Mazda está organizando um complexo programa de reestruturação de suas operações nos Estados Unidos, e parece que o primeiro passo já foi dado.
Segundo informações da agência de notícias Automotive News, mais de 100 funcionários aderiram ao programa de demissões voluntárias organizado pela empresa. Documentos informam que 107 empregados serão dispensados de suas atividades a partir do dia 2 de julho, volume este que representa 15% do quadro de funcionários da montadora nos EUA.
O programa de demissões foi aberto aos 701 empregados da Mazda no começo de março. Quem aderisse teria uma remuneração extra, pagamento de indenização com base nos anos de serviços prestados e auxílio na busca por um novo emprego.
Em um memorando endereçado aos empregados, o CEO da Mazda da América do Norte, Jim O’Sullivan afirmou que a empresa “se encontra no meio de um ambiente competitivo extremamente desafiador”, afirmando que “é necessário reavaliar nossas operações para acelerar nosso crescimento”.
A montadora japonesa acumulou um prejuízo de 505 milhões de dólares apenas no ano fiscal encerrado em 31 de março deste ano. O resultado foi ainda pior que o revés de 397 milhões de dólares registrado no ano fiscal anterior.

Motoristas obesos têm mais chances de morrer em acidentes


Motoristas obesos têm mais chances de morrer em acidentes
Chances de falecer após impacto é de até 56%

Pessoas acima do peso ou com obesidade mórbida têm mais chances de sofrer ferimentos graves em acidentes de carro. A conclusão é de um levantamento realizado pela Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos.
Segundo o estudo, um motorista levemente obeso tem 21% de risco de não sobreviver a um acidente, enquanto um condutor com obesidade mórbida enfrenta 56% de chances de perder a vida após uma colisão grave. Os dados foram levantados pela universidade em parceria com o American Journal of Emergency Medicine.
Curiosamente, pessoas abaixo do peso ou com peso normal correm mais risco de morrer em um acidente grave do que os condutores pouco acima do peso.
“A severidade dos ferimentos causados em acidentes depende de uma complexa interação de fatores biomecânicos, incluindo a velocidade da desaceleração no impacto, o uso de cintos de segurança, o funcionamento do airbag, tipo e peso do veículo e o tipo de impacto. Os dummies de testes de impacto são projetados para representar indivíduos com peso e estatura normais. Se eles representassem a parcela da sociedade acima do peso, certamente os veículos poderiam ser projetados de forma a evitar ferimentos mais graves, diminuindo, assim, os índices de mortalidade”, declarou Dietrich Jehle, professor de medicina da Universidade de Buffalo.
Foi com base neste estudo que Jehle sugeriu mudanças que poderiam salvar várias vidas. “Melhorar a quantidade de ajustes dos bancos seria uma medida interessante, assim como incentivar motoristas levemente obesos ou com obesidade mórbida a comprarem veículos maiores e com mais espaço entre o banco e a coluna de direção. Isso sem contar a possibilidade de criarem dummies simulando pessoas acima do peso”, concluiu Jehle.

EUA: Hyundai usa sistema que impede aceleração involuntária


EUA: Hyundai usa sistema que impede aceleração involuntária
Item para veículo quando se pisa no acelerador e freio

A Hyundai anunciou neste sábado, 5 de maio, que todos os seus carros vendidos nos Estados Unidos serão equipados de série com um sistema que anula a aceleração do veículo quando o condutor pisa simultaneamente nos pedais do freio e acelerador.
Com o recurso, os freios são acionados assim que o motorista exige os dois pedais ao mesmo tempo, impedindo eventuais problemas de aceleração involuntária, como o que causou sérios problemas à Toyota em 2010. Na época, a empresa foi obrigada a realizar um grande recall com mais de 6 milhões de veículos pelo mundo por conta de problemas no pedal de acelerador. Entre as ocorrências registradas, a peça podia até enroscar no tapete usado em alguns modelos. O defeito teria causado diversos acidentes em vários países, inclusive no Brasil.
Após este episódio, o órgão responsável pela segurança viária nos Estados Unidos (NHTSA) chegou a propor a obrigatoriedade do sistema de anulação da aceleração em todos os veículos vendidos no mercado norte-americano. A decisão ainda não foi tomada pelas autoridades locais.