sexta-feira, 27 de abril de 2012

Lançamento: VW Fox BlueMotion

VW Fox BlueMotion

O VW Fox ganhou uma nova versão, a BlueMotion. O modelo é o terceiro da marca a receber a tecnologia que preza pela eficiência - os primeiros foram o Polo e o Gol G4.

Entre as novidades estéticas e melhorias aerodinâmicas, o Fox BlueMotion conta com nova grade com aberturas mais estritas, perfil lateral da grade inferior redesenhado e logotipo na dianteira e traseira.

A nova calibração do motor e caixa de câmbio são as principais mudanças em relação ao Fox 1.6 convencional. As mudanças na transmissão foram alongadas e agora a potência do carro é de 104 cavalos com etanol. Segundo a VW, a aceleração de 0 a 100 km/h se dá em 10,3 segundos, com velocidade máxima de 185 km/h. 

Além do motor, o Fox BlueMotion tem pneus com maior pressão e quantidade de sílica em sua composição, o que diminui em 23% a resistência ao rolamento. Para manter o conforto, os amortecedores foram recalibrados. 

Em relação ao consumo, a montadora informa que o modelo tem média de 16,1 km/l com gasolina, uma melhora de 12,7% em relação à versão normal, e 10,9 km/l com etanol. 

Par auxiliar o motorista a economizar, o Fox BlueMotion traz no painel de instrumentos um indicador digital de consumo instantâneo por meio de uma barra. Além disso, há um indicador de troca de marcha, que mostra ao condutor o momento ideal para troca. 

A nova versão do Fox é oferecida com duas ou quatro portas, nas cores sólidas Branco Cristal e Preto Ninja ou nas metálicas Prata Sargas, Cinza Quartzo e Azul Boreal.

Lançamento: Audi Q5 2013

Audi Q5 2013

A Audi revelou a versão 2013 do utilitário-esportivo Q5, que passou por seu primeiro face-lift desde seu lançamento, em 2008. O SUV teve poucas modificações no visual e reforçou a variedade de motorizações na nova linha.

Por fora, o Q5 mudou a grade dianteira, para-choques, molduras dos faróis de neblina e lanternas, que agora são de LED. Além disso, o difusor traseiro e as saídas de escape também foram redesenhados. 

Já no interior, as mudanças foram um pouco mais profundas. OS controles de ajustes dos bancos, coluna de direção, ignição, sistema multimídia e console foram modificados para melhorar o acesso e a ergonomia dos ocupantes. No que diz respeito ao acabamento, o Q5 2013 agora conta com painel em preto espelhado e novos tecidos nos bancos e portas.

Mas as grandes novidades da linha estão nos motores. Serão três opções a gasolina: 2.0 TFSI de 220 cv, 3.0 V6 de 268 cv, além da híbrida 2.0 TFSI quatro, com motor elétrico na traseira. Juntos, eles entregam 241 cv de potência e fazem 14,4 km/l. O modelo também pode ter propulsores a diesel: 2.0 TDI de 141 cv (18 km/l de economia, segundo a marca) e 3.0 tDI de 241 cv de potência.


Siga-nos no Twitter: @formulacars

quarta-feira, 25 de abril de 2012

FIAT SIENA 1.6 X VW VOYAGE 1.6 X PEUGEOT 207 PASSION 1.6

Fiat Siena 1.6 x VW Voyage 1.6 x Peugeot 207 Passion 1.6


Eis aqui os representantes do PDME, o Partido Democrático do Menor Esforço. Para quem procura libertar-se do jugo das trocas de marcha, esses candidatos compartilham em suas plataformas o foco na economia (de combustível) e o bem-estar da família (e sua bagagem). E falam diretamente àqueles que têm garagem e orçamento compactos. A chegada do novo motor E.torQ ao Siena provocou o debate, ou melhor, embate entre Fiat Siena Dualogic, Peugeot 207 Passion e VW Voyage i-Motion. Agora vamos à transmissão...



3º Peugeot 207 Passion 
Ainda que a Fiat diga que o sistema Dualogic é automático, o único sedã pequeno que realmente conta com esse tipo de transmissão é o 207 Passion. Tanto para o bem quanto para o mal.

No extremo positivo, o câmbio automático AL4 não dá os mesmos solavancos que os sistemas manuais automatizados apresentam, aqueles causados pelo intervalo entre uma troca de marcha e outra, quando a embreagem desacopla. A condução é a mais suave entre os três sedãs que avaliamos. Outra vantagem é a ausência de embreagem, que continua a existir nos automatizados e exige substituição de tempos em tempos. Por outro lado, em caso de problemas, o reparo de uma caixa automática tende a ser mais dispendioso.

Mas o câmbio do 207 não é imune a solavancos. Quando exigido, particularmente na cidade, o câmbio pode dar trancos, típicos de uma troca de marcha feita às pressas. O casamento da transmissão de quatro marchas com o motor de 1,6 litro, pequeno e com torque baixo para esse tipo de câmbio, não é dos mais plácidos. A estrada tende a esconder o problema. Isso até a necessidade de uma ultrapassagem, quando se nota alguma demora na redução de marchas.

Para quem gosta de dirigir sem pressa, o que o 207 Passion oferece de melhor é seu custo-benefício. Apesar de ter o preço básico mais alto entre os concorrentes, ele é o que sai mais em conta quando Voyage e Siena recebem o mesmo nível de equipamentos que ele. Isso significa ter de comprar como opcionais ar-condicionado, ABS, rodas de liga leve, vidros elétricos traseiros e até regulagem de altura do banco do motorista. Foi nas versões completas que avaliamos todos os sedãs deste comparativo, daí a vantagem do Peugeot.

O 207 Passion dispõe de freios a disco nas quatro rodas, algo que seus concorrentes não oferecem nem como opcional. O problema é que nem eles nem o sistema ABS de série se revertem em benefício prático para o carro. Em nossos testes de frenagem, ele ficou atrás do Volks e do Fiat, o que se explica por seu maior peso. O Peugeot também ficou atrás dos concorrentes em desempenho, que ainda levam a melhor no quesito porta-malas.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO Discos nas quatro rodas e ABS de série deveriam tornar o 207 Passion o melhor nas frenagens. Não é o que acontece.
★★★

MOTOR E CÂMBIO O 1.6 16V é um bom motor. A caixa AL4 não é ruim. É a junção dos dois que não causa a melhor das impressões.
★★★

CARROCERIA Mais harmônico que um Clio Sedan, mas menos que o Voyage, o 207 Passion sofre com a idade do 206, carro no qual se baseia.
★★★

VIDA A BORDO Bom nível de equipamentos e espaço interno razoável pesam a favor do Peugeot .
★★★

SEGURANÇA Andando e freando menos que os concorrentes, o sedã damarca francesa ficou na lanterna também nisso. Mesmo com ABS de série.
★★★

SEU BOLSO O pacote de itens de série e o valor mais baixo para incorporar airbags, a única coisa que falta no carro, deram a ele a vitória na hora de pagar a conta. Pintura metálica é quase compulsória, a não ser que você goste de carro branco.
★★★




2º VW Voyage i-Motion
O modelo mais moderno do comparativo era sério candidato ao título. Se o perdeu, foi por culpa do desempenho mediano em todos os quesitos a não ser em “Carroceria”, no qual o Voyage venceu pela concepção atual.

O acerto do câmbio ASG, ou i-Motion, como a Volkswagen decidiu apresentá-lo, é o melhor dos dois sedãs automatizados testados. Durante as passagens de marcha, o tempo de desacoplamento e acoplamento da embreagem é perceptível, mas não incomoda tanto quanto no Siena. O acabamento do carro também é superior ao do concorrente da Fiat.

Na pista, suas retomadas são mais lentas e ele acelera até os 100 km/h em mais tempo. Menos potente que o Fiat, ele é mais leve, mas isso não se transformou em vantagem, na prática. A medição em que ele se saiu melhor foi a de frenagens em alta velocidade.

A aspereza do motor EA-111 torna o Voyage mais barulhento que o concorrente da Fiat, característica que poderia ser atenuada com um isolamento acústico mais bem cuidado. Em compensação, é do Voyage o mais baixo consumo de álcool, justificado em parte por sua taxa de compressão mais alta, que aproveita melhor o combustível de origem vegetal.

Na coluna de méritos do sedã automatizado da Volkswagen fica a posição de dirigir, a melhor entre os três. Contam para isso a regulagem de altura do banco e a da coluna de direção, que pode ser ajustada em altura e distância. Tudo de série. O Siena só oferece a regulagem da altura do volante. A do banco é opcional, o que ajuda a entender por que o Siena oferece a pior relação custo-benefício deste grupo.

A boa base do Voyage, a mesma do Polo, também oferece o maior entre-eixos entre os concorrentes. Em termos de porta-malas, ele tem 480 litros. Menos que os 500 litros do Siena, mas é o melhor compromisso para quem precisa de espaço.

Lançado em setembro de 2008, o VW é o que terá vida mais longa. O Siena deve dar lugar a sua segunda geração em 2012, derivada do projeto 327, cujo primeiro fruto será o novo Palio, esperado para 2011. Se tivesse conteúdo mais atraente, trunfo do 207 Passion Automatique, ou desempenho mais convincente, caso do Fiat, o Voyage poderia ter se firmado como a melhor opção entre os sedãs pequenos que não gostam do pedal de embreagem. Não foi desta vez.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO Voyage é o carro mais agradável de guiar, mas, por ser o mais leve da turma, poderia ser também o melhor em frenagem. Empatou com o Siena.
★★★

MOTOR E CÂMBIO Bom ajuste do câmbio automatizado privilegia consumo baixo; motor 1.6 do Voyage fica pouco atrás do usado no Siena.
★★★★

CARROCERIA Concepção moderna torna o Voyage o sedã pequeno mais espaçoso deste comparativo. Porta-malas de 480 litros acompanha o pacote.
★★★

VIDA A BORDO Posição de dirigir é favorecida por regulagens de altura do banco e de altura e distância do volante, todas de série, mas falta de outros itens, como ar-condicionado, penaliza o sedã.
★★★

SEGURANÇA Desempenho do motor e dos freios é mediano. Falta de ABS e airbags como itens de série também não favorece.
★★★

SEU BOLSO O preço básico do sedã é o mais baixo entre o dos três sedãs, mas equipá-lo custa caro.
★★★




1º Fiat Siena 1.6 16V Dualogic 
Se esse primeiro lugar é surpresa para você, também é para nós, mas os números não mentem. Do trio, o Siena é o mais velho, o de pior custo-benefício e o com acabamento que mais merece ressalvas. Mesmo com tantos poréns, o sedã pequeno da Fiat conta com um argumento forte para vencer diante dos quesitos que avaliamos. Ele se chama E.torQ.

É do motor a responsabilidade pelos melhores números de desempenho deste comparativo. O Siena acelera até os 100 km/h mais rápido que seus concorrentes. Também retoma a velocidade em menos tempo. Nas frenagens, empatou com o Voyage no número de menores distâncias percorridas: duas para cada lado. Objetivamente, houve empate, ainda que o Voyage tenha se saído melhor em velocidades mais altas. E o Fiat é o menos barulhento. Isso o torna o modelo mais seguro, o mais silencioso e o dono do melhor conjunto mecânico, ainda que o sistema Dualogic fique aquém do i-Motion em termos de suavidade. Como ambos são da Magneti Marelli, isso é questão do acerto que cada fábrica confere a seus modelos.

Em termos de aparência, o estilo do Siena sofreu renovação em novembro de 2007, ganhando uma traseira digna de Alfa Romeo e linhas mais harmoniosas, mas ela não foi suficiente para diminuir a idade do projeto. As linhas ainda são muito quadradas, destoando até das que o resto da família Fiat apresenta (basta ver o Linea). O problema de falta de espaço interno que o carro enfrenta é crônico, o maior responsável por haver tão poucos Siena nas mãos de taxistas: os passageiros reclamam do banco de trás. O porta-malas de 500 litros não ajuda em nada a melhorar essa situação. Só a segunda geração do carro, prevista para chegar em 2012, dará conta do problema.

Os mais preocupados com modernidade e espaço interno irão de Voyage. Os fãs de equipamentos de série, de seguro baixo e de conforto ficarão com o 207 Passion. Quem não quer saber de barulho nem de moleza, quer frear rápido e gastar razoavelmente pouco, com a segurança que freios adequados e um bom motor proporcionam no caminho, terá no pequeno Siena uma grande opção de candidato à vaga da garagem.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO Falta ABS de série no Siena, mas, quando ele o traz, se mostra eficiente. Apesar de ser mais pesado que o Voyage.
★★★

MOTOR E CÂMBIO O 1,6-litro do Fiat merece ser tratado por seu nome. O E.torQ não cresce de giro rápido, como seria de esperar do motor de um carro italiano, mas ele mostra seu valor nos testes. O câmbio Dualogic poderia ser mais suave.
★★★★

CARROCERIA Entre-eixos curto e acabamento deficiente tornam o interior do Siena o menos convidativo.
★★★

VIDA A BORDO Siena vem com pouquíssimos itens de série. Equipado, ele ainda apanha pelo espaço acanhado que oferece.
★★★

SEGURANÇA O sedã pequeno da Fiat acelera e freia como se espera. Ajuda a realizar ultrapassagens seguras e a frear a tempo diante de emergências. Para melhorar, poderia vir com ABS e airbags de série.
★★★

SEU BOLSO Básico, ele cobra demais diante do que oferece. Equipado, fica caro além do razoável para um carro pequeno.
★★★




VEREDICTO 
O desempenho do motor E.torQ 1.6 16V foi tão superior ao dos concorrentes que pesou decisivamente a favor do sedã da Fiat, apesar de ele ser mais apertado e antigo que o VW e que o Peugeot. Na hora de comprar, entretanto, vale pesar o fato de que o Siena já tem sua nova geração em testes, o que pode desvalorizar o modelo atual. A falta de itens de série também deve ser considerada.

Siga-nos no Twitter: @formulacars

Honda Concept C e Concept S - Salão de Pequim



A Honda revelou dois novos carros-conceito, o Concept C e o Concept S, e utilizou a descontração para apresentá-los ao público chinês durante o Salão de Pequim.

O Concept C é um sedã médio voltado para o mercado da China e possui linhas extremamente agressivas. De acordo com a montadora, o C representa Cool, Challenge & China, algo como legal, desafio e China.

Já o Concept S é uma minivan que terá produção global, e possui traços um pouco menos ousados. Aqui, S significa Stylish, Smart & Surprise, ou seja, estilo, esperto e surpresa.

Em ambos os casos, não foram informadas as motorizações. As versões de produção do Concept C e do Concept S deverão ser fabricadas a partir de 2013.

Ford EcoSport - Salão de Pequim



O Brasil está marcando presença no estande da Ford em Pequim. O novo EcoSport é uma das principais atrações do evento, onde está sendo apresentado ao lado de modelos como a nova geração do Focus. 

A versão exibida no evento é a topo-de-linha Titanium, equipada com o motor 2.0 Flex. Pouca coisa mudou em relação ao carro-conceito mostrado no começo do ano em Brasília (DF). Apenas os faróis perderam os LEDs (como esperado) e alguns detalhes na parte inferior do para-choque frontal foram alterados. De modo geral, o design expõe a nova tendência de estilo adotada pela marca, presente em projetos como o cupê conceitual Evos. 

O interior também evoluiu significativamente em relação ao seu antecessor. A qualidade do acabamento e os traços modernos herdados da cabine do New Fiesta chamam atenção, assim como a quantidade de equipamentos. O EcoSport terá itens como ar-condicionado, direção elétrica, vidros e espelhos retrovisores elétricos, travas elétricas com controle remoto. Entre os opcionais, conta com freios com sistema anti-travamento (ABS), controle de estabilidade (ESP), assistência de partida em aclives e sensores de estacionamento.

Fiat Viaggio - Salão de Pequim



 Fiat revelouo sedã Viaggio,no Salão de Pequim. O modelo é baseado no novo Dodge Dart, que foi apresentado recentemente.

Produzido em cima da plataforma do Alfa Romeo Giulietta, o Viaggio é o primeiro modelo da Fiat feito em parceria com a Chrysler. O sedã tem dimensões maiores que seu irmão da Dodge e as principais diferenças se concentram nos faróis, grade, para-choque, entradas de ar e lanterna. As alterações deixaram o modelo da Fiat mais tradicional. 

Debaixo do capô, o Fiat Viaggio será oferecido com motor 1.4 turbo que entrega 120 cv ou 150 cv de potência. A transmissão pode ser manual de cinco velocidades ou automática com dupla embreagem. 

O sedã será produzido na China em parceria com a Ghangzhou a partir de julho e vai rivalizar no segmento C com Ford Focus e Chevrolet Cruze.

Nissan Sylphy Concept - Salão de Pequim



A Nissan apresentou ao público o seu novo sedã-conceito global. Trata-se do Nissan Sylphy, denominação utilizada no mercado chinês, e que deverá chegar a outros países como o novo Sentra.

A montadora japonesa apostou no design da grade e nos faróis dianteiros, de LED, para passar uma imagem moderna ao carro. Na traseira, os faróis também são de LED e se assemelham aos do novo Altima.

Internamente, o carro tem ar-condicionado dual-zone, sistema de ignição acionado por botão, isolamento acústico e absorção de vibrações, para evitar ruídos incômodos.

Grande preocupação dos novos lançamentos, a economia de combustível também ganhou a atenção do Sylphy. O motor é 1.8 com transmissão CVT (continuamente variável), sem conversor de torque.

O Sylphy será produzido na cidade chinesa de Guangzhou, devendo chegar a outros países ainda em 2012.